MOVIMENTO DOS

MISSIONÁRIOS DA PAZ

E DA MISERICÓRDIA

 

O Movimento dos Missionários da Paz e da Misericórdia (MMPM) é um movimento leigo pertencente à Comunidade Servos de Maria do Coração de Jesus que tem como finalidade o envio missionário para a ação evangelizadora principalmente através das mídias, mas também por visitas e conselhos às pessoas que sofrem com o pecado e as consequências do pecado no mundo. Tem também como objetivo a promoção e a formação de oratórios nas casas e a reunião dos leigos para crescerem juntos na fé, na esperança e na caridade, devido a dificuldade dos tempos. São propagadores da Verdade, da devoção e da fé, para que sejam sustentáculos e sentinelas nestes tempos.

 

Jesus quer ser conhecido e amado

Num mundo preenchido de doenças e de guerras se descobre que são primeiro as doenças e guerras interiores que causam as exteriores. Tirar Jesus do nosso meio, é não mais querer reconhecê-lo, é rejeitar a Paz, a justiça e a misericórdia e quem já não mais reconhece a Jesus, também não enxerga a Verdade. Mas Deus nos chama a sermos nós mesmos a presença de Jesus que precisa ser conhecido e amado, até mesmo pelos “convertidos”, pois Deus nos escolheu para sermos a Sua presença e através de uma vida de intimidade com Jesus, ou ao menos com o começo do desejo desta intimidade, Deus faz por meio de nós para também através do nosso amor, amar os seus filhos.

Motus Missionarium

A comunidade Servos de Maria do Coração de Jesus criou um movimento chamado Missionários da Paz e da Misericórdia(MMPM) que tem como objetivo evangelizar a todos os povos, enviá-los, prepará-los e consolá-los nos tempos modernos que é suscetível a muitas tribulações. É por isso que, entendendo as formas modernas de evangelização, a tradição do apostolado deve chegar também pelas mídias de uma forma ainda maior e mais efetiva, alcançando a todos.

A guerra do homem é contra si mesmo

Estamos vivendo um isolamento social que é o resultado de um isolamento espiritual ou afastamento de Deus por causa do egoísmo, do comodismo e do mau uso da liberdade; uma liberdade sem responsabilidade, sem obras boas, sem gratidão, sem gratuidade e sem piedade, uma liberdade mercantilista e materialista capaz de trocar os valores humanos mais sagrados por um prato de feijão.

Diante desta situação generalizada há ainda o que fazer? Como a situação se afirmou profundamente especialmente e se tornou mentalidade, sem ser superficiais, poderemos não encontrar resposta; poderemos ter a sensação de estar em um beco sem saída, praticamente, com uma só possibilidade: conformar-se com este mundo para poder sobreviver ou morrer. Mas Sabemos que o Evangelho é “poder de Deus para a Salvação de todos os que creem” (Rm 1,16), sabemos que não podemos conformarmos com a mentalidade deste mundo, mas devemos nos transformar pela renovação do nosso espírito conforme a Vontade de Deus e oferecer um culto espiritual pela oferta de todo o nosso ser (cf. Rm 12, 1-2).

Deus pede a nós o que nós mais precisamos: conversão.

A Oração

é a primeira atitude de conversão e a primeiro propósito, é o motivo pelo qual se caiu em situações criticas, no reino das sombras, da morte e da mentira. Caímos porque não rezamos

Um só nome a ser invocado: Jesus

O ponto de partida é Jesus, o Nome do Amor. Jesus na realidade está sempre perto de nós e Ele já derramou o Espírito Santo no mundo, a atmosfera que envolve o mundo é o Espírito Santo: “n’Ele nos movemos, existimos e somos”, entretanto nada podemos perceber com os sentidos do corpo se o coração não for tocado. Porque muitas vezes estamos inquietos ou de mal com nós mesmos? Porque temos a consciência que nos censura… então podemos nos tornar inimigos de nós mesmos por revoltar-nos contra a consciência que nos reclama obediência, ou nos entristecer, pois por não escutarmos ou fazer calar a consciência nós mesmos nos castigamos, mas o resultado é o mesmo: a falta de paz em nós… o encontro com Jesus é exatamente o contrário de um tribunal, Ele é o primeiro Advogado, o primeiro Paráclito. Ele vem com Água e com Sangue: vem com a Água para nos purificar, mas esta Água da purificação é totalmente diferente: é doce para a alma,  não é bombril, não é áspera como a soda cáustica, é de uma incrível doçura, mas é eficaz. O segredo é que vem junto com o Sangue, mas não o sangue de qualquer animal ainda que não imundo ou sufocado, isto é com a vida ainda presa à carne, à corruptibilidade, mas com o Sangue do Cordeiro Imaculado Divino, que é o preço do resgate dado à Justiça divina ofendida, rejeitada, ultrajada com a ingratidão do pecado o qual é um ato de anti amor, um ato feito em conluio com o inimigo de Deus… Este Sangue comprou a dívida do nosso pecado, uma dívida impagável! Por isso, o encontro com jesus é um encontro com o perdão que nos tira das mãos da nossa consciência, desliga o remorso e o transforma na experiência da Salvação de nós mesmos do tribunal interior que nos condenava, como diz o salmo 31: “Feliz o homem a quem o Senhor não argúi de falta, e em cujo coração não há dolo. Enquanto me conservei calado, meus ossos se mirraram, entre contínuos gemidos. Pois, dia e noite, vossa mão pesava sobre mim; minhas forças se esgotavam as forças como nos ardores do verão. 5. Então eu vos confessei o meu pecado, e não mais dissimulei a minha culpa. Disse: “Sim, vou confessar ao Senhor a minha

iniquidade”. E vós perdoastes a pena do meu pecado”. Quando percebemos este Amor incondicional, com este Amor podemos confessar os nossos pecados e entrega-los a Jesus ficando com este Amor. É por este intercâmbio incrível que brota a gratidão, o desejo e o propósito de  VIVER JESUS.

Viver Jesus e Adorá-lo

O que é “viver Jesus”? É a vida nova do cristão que assume a realidade do seu Batismo para ser um outro “Jesus” para viver o Amor no irmão, de ver Jesus escondido em cada irmão e em cada situação. “Viver Jesus” é viver o escondimento de Jesus que está sempre presente como prometeu ao despedir-se dos Apóstolos: “Estarei convosco todos os dias até o fim do mundo”. Se Jesus não fosse escondido seria um desastre, pois tudo pararia, todos olhariam para Ele e ninguém conseguiria ir trabalhar, comer, dormir… Se Jesus não fosse escondido não poderia estar presente por causa da nossa limitação humana.

Jesus é escondido porque não quer interferir e constranger a nossa liberdade: Ele quer ser descoberto, sim, como Deus e Senhor, mas, sobretudo, através da experiência humana, quer ser descoberto como Amigo e redentor. Por isso, está escondido em nós e em volta de nós, esperando a situação favorável para se manifestar “não a todos”, mas a cada um em particular, pessoalmente.

Jesus escondido é sumamente presente na Eucaristia onde reside todo o Mistério da Igreja. Viver Jesus é viver na humildade e mansidão, no desejo de fazer todos amigos de Jesus, é deixar Jesus viver em nós, viver a confiança de nunca contradizer a consciência, mas de entregar logo o coração a Ele sempre que surge uma inquietude. Ter Jesus como Amigo que não se quer trair com o pecado.

Ver Jesus no outro

Viver Jesus é perceber os dramas do irmão e ver Jesus preso nele sem poder fazer nada por ele. Jesus age através da nossa humanidade tanto mais quanto mais lhe assemelhamos no coração e no trato; viver Jesus é viver a compaixão, o carinho, a cordialidade para com todos, para liberar Jesus dentro deles. Viver Jesus é viver como Nossa Senhora que é só Amor e tem só um desejo: levar todos a Jesus, oferecendo o Seu Coração Imaculado como um ascensor, como uma bandeja dourada, para que Jesus nos acolha, nos cure e nos renove. Em Nossa Senhora é que fazemos a primeira experiência do amor e da Misericórdia, pois Nossa Senhora é só Amor e não há n’Ela o rigor do Julgamento. N’Ela o coração encontra sossego esperando e ansiando com confiança o encontro com o Senhor, sem medo, mas com o temor a Deus e com espírito de contrição e de respeito, de receptividade da Sua Palavra, com fome da Sua Palavra e não com confusão e agitação.

 

Todas as condições do encontro com Jesus são preparadas e favorecidas por Nossa Senhora, de forma aberta ou discreta. Este é o papel cristológico da Mãe que revela as profundezas do Seu Filho. Ela é a revelação do Seu Filho e Ele se deixa encontrar por aqueles que não rejeitam a Sua Mãe. Ela é a precursora que, acolhendo-nos no Seu Coração Imaculado, nos regenera, isto é, troca o nosso coração manchado pelo pecado com o Seu Coração Imaculado. A Salvação é o alívio total por não sentir-nos justamente rejeitados por Deus a causa dos nossos pecados: este é o primeiro “pronto socorro”, a primeira reanimação, depois há a cura e a libertação do pecado pelo poder do Sangue de Jesus quando chegamos à Santa Confissão. Quando encontramos Jesus, Nossa Senhora “desaparece”, mas continua a ser o “ambiente” dentro do qual somos unificados, recapitulados, reconectados com o Coração de Jesus.

 

Jesus que ser nosso Amigo e Redentor, isto é, Aquele que não só nos resgata do mal, mas também nos envolve no Seu Plano de resgate dos outros nossos irmãos, assim como somos, com a nossa fragilidade e limitação, mas com a experiência do Seu Amor, como testemunhas da Sua Misericórdia.

Viver como consagrados

O primeiro ato que nos coloca em uma comunhão bem vasta e “transversal”, “transcarismatica” e profundamente Católica, originalmente Católica, é a Consagração total segundo o método de S. Luis de Montfort. Na nossa Comunidade temos uma preparação com um nosso enfoque particular com o livro “Eis a Tua Mãe” (segunda edição). Só a leitura deste livro, que retoma em larga parte a sabedoria de S. Luis, transmite a sua unção e um conhecimento profundo não tanto por via intelectual, mas espiritual e pela repetição dos conceitos mais importantes. Este livro garante para quem o lê em oração e sem interrupção, independentemente dos dias que empregar (no mínimo 33 dias), a unção, a preparação para a Consagração, que é uma renovação consciente das promessas batismais.

 

Este é o ponto fundamental para que o Espírito Santo possa agir plenamente e fazer de cada um, um Apóstolo dos Últimos Tempos. Onde está presente a Nossa Mãe, se sente atraído com todos os seus dons e, na realidade, é Ele que faz o contato entre o nosso coração, quando é unido a nossa Senhora, e o Coração de Jesus. E Jesus é o caminho para o Coração do Pai, que é o Começo e o Fim de toda a Criação, onde a nossa alma quer mesmo chegar: “Mostra-nos o Pai e isto nos basta” disse Filipe. Mas a Porta de todos este processo é Nossa Senhora, porque é puro carinho e o carinho é a manifestação das entranhas do Pai, é a intimidade do Pai onde está o Filho e onde flui o Espírito Santo. E Nossa Senhora é a única criatura, a mais alta, que está na intimidade do Pai no centro da Santíssima Trindade. Onde há carinho sincero para com um ser humano ou para qualquer criatura, ali está a maternidade de Nossa Senhora que é a mais próxima expressão da Paternidade de Deus que dá a vida. O Pai dá a vida, mas a Mãe é quem a acolhe e a manifesta com carinho.

 

A consagração feita seriamente, é o primeiro passo. O tratado da Verdadeira devoção à Santíssima Virgem, ou o livro “Eis a tua Mãe” devem ser motivo de partilha e reflexão, porque há a letra, mas há também a unção do Espírito Santo que é o entendimento que está presente na letra em várias camadas de significado, desde as mais simples como as mais profundas. Estas camadas só se podem descobrir com a oração e a partilha. Preparar-se juntos para se consagrar já é um início de um núcleo, de uma célula espiritual da grande rede dos Missionário da Paz e da Misericórdia para o mundo (MMPM). Estes núcleos locais são a primeira célula eclesial, onde ecclesia é o congraçamento dos que respondem com prontidão aos apelos do Espírito Santo através da Nossa Mãe como o grupo de oração originário de Medjugorje. Nossa Senhora podia chamar o grupo a qualquer hora e para qualquer necessidade do mundo seja de dia como de noite. São núcleos locais, pois a Igreja Universal não é abstrata, mas se manifesta concretamente na Igreja Local (Diocese). Estes núcleos não dependem de regras impostas por um organismos central superior como pode ser a Comunidade Servos de Maria do Coração de Jesus, mas se organizam sozinhos conforme as possibilidades próprias. São núcleos pequenos não democráticos, mas espirituais onde juntos, pela entrega e pela capacidade, pela confiança e pela unção do Espírito Santo é escolhido um coordenador que está em comunhão com outros núcleos e todos eles independentemente que  se autodeterminam nos seus horários, orações atividades etc. e se comunicam. Estes núcleos tem canais próprios até indicados pela CSMCJ de informação para a orientação e reconhecimento dos sinais dos tempos, pois é fundamental conhecer os sinais dos tempos, para interceder, reparar e evangelizar.

Guardiões Eucarísticos

Ponto importante: A oração é a primeira missão a nível pessoal e a nível de núcleo. Importante é a adoração como meio indispensável para alcançar a contemplação, isto é, um estado consciente e permanente de comunhão com Jesus. Por isso o núcleo poderá se reunir em qualquer horário para fazer adoração eucarística na igreja. quando isso, por vários motivos, não for possível, aproveitar da internet onde ha exposição eucarística silenciosa permanente. Caso também isso não seja possível, fazer a adoração diante do Crucifixo ou de uma imagem da Santa Face ou do Sagrado Coração de Jesus.

 

Os MMPM devem se considerar como “guardiões eucarísticos” da mesma forma que os Anjos são os guardiões do Céu e há também guardiões do universo. Por isso deverão zelar para manter puro o seu coração e nunca perder o Estado de Graça para estar sempre em condições de fazer frequentemente a Santa Comunhão lembrando que onde a Eucaristia é devidamente adorada não acontecerão desgraças e calamidades, ali será sempre preservada a Paz.

 

Como instrumento de meditação e base para a evangelização além da Bíblia que é com a Eucaristia o sustento principal, os MMPM poderão ler e partilhar o Catecismo da Igreja Católica, o Diário de S. Faustina Kowalska, os dois livros de Mãezinha: “As Minhas Experiências com Jesus vividas na Fé” que é uma ligação direta com Mãezinha e é, de certa forma a participação do carisma da CSCMJ conforme a intenção de Mãezinha para que todos os que o lessem possam adquirir a mesma intimidade que ele tem com Jesus e se tornares também seus filhinhos, e o livro dos conselhos: “Amor, único caminho para ser feliz” que trata dos temas fundamentais da nossa evangelização. No livro das “Experiências” têm também as Oração da Manhã que são um forte elo espiritual com a Comunidade. O Santo Terço diário e o Terço da Misericórdia e a prática da oração contínua pela invocação do Santo Nome de Jesus explicada no livro do “Peregrino Russo”.

 

Todos estes escritos capacitam para ler os sinais dos tempos e a entender  que estamos em uma fase decisiva da luta entre o bem e o mal, onde parece que  o mal esteja triunfando e se torne o “bem” a nova normalidade, passando por cima da dignidade da pessoa humana e sobretudo dos que amam a Verdade.

Núcleos de oração

Por este entendimento, os núcleos se reunirão para que seja Deus mesmo a orientá-los. Em ocasiões excepcionais poderão reunir-se  para partilhar, inclusive na CSMCJ, a qual não deve serve como orientadora, mas cada núcleo deve ser ter a sua independência para dar os seus passos.

 

Por isso, os núcleos não são como as pastorais que dependem em tudo do pároco que fazem parte da estrutura e às vezes são como partidos políticos. Pelo contrário, os núcleos devem ser muito discretos, sem querer reconhecimentos eclesiásticos, ou ser controláveis pelos sacerdotes, pois são grupos leigos conforme prevê o Código de Direito Canônico sobre os direitos dos leigos de se reunir.

 

Ser missionários não é envolver-se com coordenação de grupos paroquiais e brigar para aparecer nas celebrações… os missionários são “Servos de Maria” e vão onde ninguém gosta de ir, fazem o que ninguém está disposto a fazer e são livres de ser manipulados ou de dever favores a ninguém. Os missionários procuram ajudar e testemunhar o amor, mas também de dizer a verdade com amor. Podem ajudar, mas preferivelmente não se envolver em coordenações para levar à frente a sua consagração e a missão específica  de envolver com a consagração e a missão quantas mais pessoas possíveis, especialmente aquelas que se afastaram da Igreja.

Chamados a serem consoladores

O Objetivo missionário é a consagração pessoal  e a entronização dos Sagrados Corações de Jesus e Maria nas casas e a regularização de situações matrimoniais irregulares para favorecer a plena Comunhão Eucarística, formando assim uma rede e encorajando a formar novos núcleos a partir das pessoas mais fervorosas e fiéis.

A missão envolve sobretudo situações de sofrimento onde a presença amiga e fraterna é uma autêntica consolação divina. Quem está em Estado de Graça é um ostensório, leva a Presença viva de Jesus, pois não são eles que vivem, mas Cristo neles.

Os MMPM são consoladores, “paráclitos” e os núcleos são os lugares, os cenáculos onde cairão as labaredas de fogo do Novo Pentecostes; os lugares de onde sairá a poderosa evangelização com dons nunca vistos. Mas é necessário estar em estado de cenáculo permanente, esperando vigilantes, perseverantes e pacientes.

 

O jeito de ser e de agir deve ser pelo carinho que é a força de Deus, a doçura e a humildade, mas sem afetação. Para viver o carinho é preciso viver a castidade, pois o carinho é uma expressão de corações puros e que lutam pela pureza, conscientes que uma das armas mais poderosas de corrupção e desestabilização dos corações, das mentes e da sociedade é a pornografia, a qual devem fugir como do fogo!

 

Pureza e castidade são um dom de Deus, não apenas um esforço, elas são fruto do Amor fiel  que jamais quer trair e disfarçar segundas intenções atrás de aparências religiosas.

Agimos pelo poder da Redenção

O jeito de ser e de agir deve ser pelo carinho que é a força de Deus, a doçura e a humildade, mas sem afetação. Para viver o carinho é preciso viver a castidade, pois o carinho é uma expressão de corações puros e que lutam pela pureza, conscientes que uma das armas mais poderosas de corrupção e desestabilização dos corações, das mentes e da sociedade é a pornografia, a qual devem fugir como do fogo!

 

Pureza e castidade são um dom de Deus, não apenas um esforço, elas são fruto do Amor fiel  que jamais quer trair e disfarçar segundas intenções atrás de aparências religiosas.

 

A prática da sinceridade, da transparência, da lealdade, do perdão, da partilha, devem estar sempre em primeiro lugar.

 

Sabendo e praticando estas poucas coisas, será suficiente para serem conduzidos pelo Espírito Santo: não esperem mais de ninguém, porque o Espírito Santo é muito maior que qualquer pessoa ou instituição.

Partilhas periódicas poderão ajudar a superar problemas e desafios.

Observação: é importante usar os meios virtuais para evangelizar e formar novos núcleos, mas estes devem ser reais e locais. As pessoas devem buscar reunir-se em oração e ação no lugar onde vivem, pois devem utilizar a internet, mas não serem dependentes dela para acontecer. Isto garante a maturidade dos grupos e torna o mundo real o primeiro plano e não o último. Na verdade, é de vital importância não se ancorarem em coisa alguma, pois o maior sustento é a oração ardente individual e em comum, pelo oferecimento de si mesmos e, falando nisto, pelo sofrimento oferecido de tantas pessoas marginalizadas ou em dificuldade… os MMPM devem fazer de limão limonada. É preciso evangelizar o sofrimento e transforma-lo em aceitação e oferecimento, como fazia Santa Teresa de Calcutá. Então os sofredores, idosos, doentes, serão grande evangelizadores e os grandes pára-raios dos núcleos.

Você deseja ser um Missionário da Paz e da Misericórdia?